terça-feira, 14 de março de 2017

Retomada do Desenvolvimento sustentavel do País.

Transitando melhor pelo país. Por Alfredo Birman - Publicado em 13 de março de 2017 - www.iengenharia.org.br O Desenvolvimento Sustentável somente se dará a partir de um grupo gestor multidisciplinar da Sociedade Civil, planejando e interessado na evolução e sobrevivência da Nação para os próximos 40 anos, no mínimo, com base em algumas premissas, que podemos enunciar a seguir que resultaram em sucesso em vários países: 1- Todos estarão convidados a trabalhar, em conseguir seu sustento, mesmo através de pequenas atividades em sua região, pois não mais haverá distribuição de verbas a indivíduos ou grupos inertes o que tem ocorrido por motivos eleitorais, eliminando-se assim as reeleições, o coronelismo e o estímulo ao "serviço público". O Grupo gestor junto com os partidos políticos e seus representantes e centrais sindicais formularão esta nova diretriz para o progresso dos seus filhos, netos, bisnetos, e da Nação. Em consequência irão se ocupar em promover legislação fiscal e trabalhista facilitando as atividades a este contingente de inativos. 2- As grandes secas que assolam o norte e nordeste são consequência da derrubada das florestas, que favorecem a poucos espertos em detrimento de milhões de brasileiros que ficam à míngua. Urgente reflorestamento com árvores nativas originais poderá concorrer para que uma nova Amazonas se restabeleça. As áreas agrícolas serão desenvolvidas com ajuda de especialistas - Embrapa, etc. -e não mais serão ampliadas, procurando-se aperfeiçoar a produção agropecuária e onde possível, com seu beneficiamento in loco. 3- As cidades terão seu plano diretor favorável a seus moradores, aplicando-se as tradicionais regras da arquitetura, paisagismo e urbanismo, evitando-se o caos dos especuladores imobiliários, que entre outros, provocam as enchentes, enxurradas, ao se apropriarem e destruírem o cinturão verde necessário a cada urbe. 4- A infraestrutura para a circulação de bens e energia, terá um plano nacional e regional, otimizando-se onde possível as malhas existentes, com modernos projetos- rodoviários, ferroviários, hidroviários e outros, completos e aprovados, para então se licitarem as obras, com definida gestão de grupo da Sociedade Civil especializada, que promoverá, com verbas previamente alocadas, o gerenciamento e liberação de pagamentos. 5- A capacitação de professores, para as escolas de ensino básico de todo o pais, será a prioridade, sem o qual nada acontecerá. x-x-x-x-x-x-x-

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Gerenciamento do Porto de Santos e de seus acessos

PORTO DE SANTOS - CENTRAL DE GERENCIAMENTO 1- Considerando a complexidade da operação portuária envolvendo múltiplos atores públicos e privados é imperativo que uma central de GERENCIAMENTO seja implantada pela iniciativa privada para que uma agilização desburocrática atenda aos interesses da Nação, evitando a exaustiva sobrecarga da normal atividade da CODESP. 2- A ABRADE ficaria encarregada de dar provimento a esta iniciativa, através de seu presidente e grupo administrativo em parceria com bancos e seguradoras. 3- Os recursos necessários para esta implantaçáo seriam provenientes de doações de interessados. 4- Serão organizados diversos comitês de desenvolvimento de soluções com ampla participação dos múltiplos atores. 5-Uma das principais atividades seria: a) transformar em projetos, para avaliação e posterior implantação, as necessidades percebidas no processo de se aperfeiçoar a eficiência neste esforço para a exportação. Tendo em vista que a urgência nos obriga a desatar os pequenos nós, serão contemplados prioritariamente aqueles que contribuirão para melhoria do sistema em curto prazo, não impedindo que todo o processo de otimização seja posto em movimento; b) apoiar os diversos órgãos públicos responsáveis por departamentos afins em contribuírem para este movimento de aperfeiçoamento na dinâmica da exportação, quer seja em apresentação de projetos necessários, em superações de entraves regulatórios e garantias jurídicas ou definições em alocações de verbas; c) facilitar as iniciativas dos grupos privados, como produtores, transportadores, exportadores e intervenientes nas logísticas multimodais, na implementação de soluções adequadas; d) manter um permanente e estreito contacto com todos os envolvidos, superando a burocracia, colaborando para que haja um aumento contínuo do fluxo nos caminhos de escoamento para o exterior em tempo cada vez menor e com segurança. Não haverá divulgação dos setores, pessoas ou empresas participantes, sendo que os resultados serão consequência deste esforço conjunto para o bem comum e da boa engenharia. e)Manter um caixa de recursos para planejamento e desenvolvimento de projetos; f) Manter em tempo real com fácil visualização o fluxo das diversas atividades. A- Prioridades: 1-- As seguintes prioridades foram elencadas: a) modernizar o sistema do fluxo de navios; b) estabelecer um programa consistente de dragagem; d) superar os entraves regulatórios com apresentação de alternativas que possibilitem mais segurança jurídica e fluidez ao escoamento; e) plano de prevenção na segurança contra incêndio, explosões e acidentes, através de um projeto adequado, customizado, com equipes treinadas e com equipamentos sofisticados monitorando diariamente. f) ordenação na circulação de trens, caminhões e pedestres junto ao porto; g) claras definições nos fluxos de descarga, carga e pátios reguladores, para operações ininterruptas. h) Reestruturação dos cais concedidos, com os públicos, numa equalização de independência, garantindo a operacionalidade do complexo e sua segurança. B- Dos Projetos: Os projetos devem ser contratados pela melhor tecnologia, envolvendo premissas colhidas junto a especialistas para determinar o plano de trabalho. A dragagem no canal do porto de Santos, por exemplo, para citar apenas o que necessitamos hoje, envolve um projeto básico que procure minimizar os assoreamentos; outro, que envolve o trabalho em si, de se proceder ao desassoreamento em determinadas áreas (manutenção permanente do canal). Projeto é a parte menos onerosa e a mais importante após um efetivo planejamento.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Senhor Prefeito: Anseio dos moradores Eng. Alfredo Eugenio Birman - coordenador 11-98147 3346 Painel, na sede do Instituto de Engenharia POLÍTICA DE ADENSAMENTO URBANO - Cidade de São Paulo SÃO PAULO À BEIRA DO ABISMO URBANO PREMISSA Nesta era digital e de globalização onde a velocidade das mudanças e possibilidades são incrivelmente rápidas, que tipo de cidade queremos nós, moradores? Qual o nosso sonho? Que diretrizes adotar? CONSIDERANDO: 1- Que a cidade de São Paulo visivelmente se ressente da saturação no seu sistema viário, de metrô e trens, de escoamento de águas pluviais, rede de água e esgoto, energia elétrica, poluição ambiental, varrição, recolhimento e disposição do lixo; 2- Que na era digital os trabalhos de serviços podem ser realizados facilmente a milhares de kms de distância, possibilitando que as áreas degradadas sejam transformadas em áreas de laser, estacionamentos, centros culturais e de ensino, de exposições e feiras,em vez de locais de moradias; 3- Que é problemática a adequada manutenção dos bens públicos já existentes, mantendo-os restaurados, iluminados e sinalizados; 4- Que os postos de trabalho aqui existentes exigem atualmente elevado preparo profissional, mesmo para garçons, cozinheiros, serventes de pedreiro, etc 5- Que já está comprometida a logística de abastecimento e comércio da cidade, principalmente no centro expandido, com restrições de circulação de caminhões, locais de estacionamentos, rodizios,etc.; 6- Que a fase da revolução industrial, sendo São Paulo o maior centro industrial da América Latina, já está superada, qual a vocação desta cidade? Apresentamos a seguir algumas propostas e comentários havidos, após 11 Painéis, mensalmente realizados entre Novembro e Setembro , na sede do Instituto de Engenharia e através da internet 1- São Paulo pode ser definida como: “O maior Centro Econômico e de Negócios da América Latina e seu maior e melhor Pólo Cultural e Gastronômico”. 2 Preservar o centro expandido para São Paulo desenvolver sua vocação como definida acima; 3-Beneficiar os moradores desta cidade revitalizando as áreas centrais, todas no centro expandido, com alternativas de adensamento sustentável, mais voltadas para complementação cultural, turística e comercial, privilegiando mais teatros, museus (Museu da Cracolândia – como se fabricam viciados: consumidores permanentes), centro de exposições, hotéis, edifícios comerciais, estacionamentos, Shopping Center, áreas de lazer, etc. para uso dos moradores da cidade e turistas, como centro de convivência e com franco acesso viário, tais como os existentes Times Sq, Lincoln Center, Covent Garden, Soho, Palermo. 4-Criar um novo modelo de desenvolvimento dentro da mancha urbana: mantendo as áreas verdes, retomando-se os princípios da boa arquitetura e urbanismo,evitando-se que, sob a égide de Política de Adensamento, seja “permitido”, a qualquer título, mais adensamento;- Haverá mais respeito pelos moradores, pela vizinhança, pela cidade e o meio ambiente, evitando que se deteriore ainda mais a qualidade de vida dos habitantes que não suportam mais conviver com a falta de conforto e superlotação por toda a parte. 5-Conter o desenvolvimento espontâneo: coibindo nas áreas de risco e mantendo intocáveis as áreas externas à mancha urbana, impedindo assim o comprometimento das nascentes, do abastecimento de água do município e o incremento das inundações; 6- Evitar um adensamento populacional, beneficiando poucos e atrapalhando todos. Em vez de moradores teremos uma turba. Pensar a cidade inserida na região Metropolitana, priorizando a “ Cidade em Movimento” . 7-Prever para os bairros externos ao centro expandido, centros de convivência a serem interligados por transporte público, evitando-se utilizar o centro expandido como área de travessia, como ocorre hoje com os caminhões ( av. do Estado região do Mercado), ônibus ( pq.D.Pedro), etc. 8- Pressionar as autoridades municipais para que seus esforços e verbas sejam direcionados e alocados para: a)- um controle efetivo das inundações, manutenção dos equipamentos públicos existentes – parques, vias, escolas, creches, etc.-,disponibilizar um eficiente e competente corpo de professores no ensino fundamental ( evitando-se assim a existência de moradores de baixa renda, que na verdade são de baixa instrução e para os quais não ha emprego nesta cidade) – b)-otimizar os normais serviços municipais - saúde, educação, transportes, etc. c)- colaborar com segmentos representativos e especializados da Sociedade em um macro projeto urbanístico o que constituirá uma marca indelével desta administração dando assim os passos iniciais para tornar São Paulo uma cidade expoente em qualidade de vida: d) deixar de insistentemente priorizar um adensamento populacional em todos os bairros, contra os interesses dos moradores; e) evitar desapropriações para inserir moradores, evitar que se disponibilizem os imóveis municipais para fins imobiliários e impedir que intervenções urbanísticas sejam realizadas antes da aprovação de um projeto integrado para o centro expandido; 9-Evitar o Abismo Urbano, envolve a harmonia entre os três atores de uma Urbe: os gestores – AUTORIDADES – POLÍTICOS – PREFEITO E VEREADORES – que procurem facilitar os anseios dos MORADORES, que querem uma CIDADE para conviver com dignidade, respeito e conforto. -x-x- -3- Alguns fatos complementares que contribuíram para a formatação das conclusões acima, durante o período do Painel sobre POLÍTICA DE ADENSAMENTO URBANO - Cidade de São Paulo SÃO PAULO À BEIRA DO ABISMO URBANO 1- Dentre os inúmeros especialistas em reurbanização e urbanistas que afluíram a São Paulo contribuindo para o aprimoramento deste Painel, vale destacar: A brilhante palestra do especialista em desenvolvimento de cidades, o inglês Greg Clark de Londres, enfatizando: a) que uma cidade deveria ter uma marca ( brand ) que a definisse para o mundo e para seus habitantes, e b) que para sua reurbanização participassem grupos representativos da sociedade civil. A- O item 1-a) enfatizado pelo Greg, consta da proposta item 1, dando o atual (brand ) para a Cidade de São Paulo : 1- São Paulo pode ser definida como: “O maior Centro Econômico e de Negócios da América Latina e seu maior e melhor Pólo Cultural e Gastronômico”. B- Como corolário, o sucesso desta cidade seria o afluxo de turistas e moradores que viriam desfrutar da sua reurbanização sustentável, como indicada nas propostas 2 e 3.: 2 Preservar o centro expandido para São Paulo desenvolver sua vocação como definida acima; 3-Beneficiar os moradores desta cidade revitalizando as áreas centrais, todas no centro expandido, com alternativas de adensamento sustentável, mais voltadas para complementação cultural, turística e comercial, privilegiando mais teatros, museus (Museu da Cracolândia – como se fabricam viciados: consumidores permanentes), centro de exposições, hotéis, edifícios comerciais, estacionamentos, Shopping Center, áreas de lazer, etc. para uso dos moradores da cidade e turistas, como centro de convivência e com franco acesso viário, tais como os existentes Times Sq, Lincoln Center, Covent Garden, Soho, Palermo. C- O item 1-b) enfatizado pelo Greg, consta da proposta, item 8-c : Pressionar as autoridades municipais para que seus esforços e verbas sejam direcionados e alocados para: c)- colaborar com segmentos representativos e especializados da Sociedade em um macro projeto urbanístico o que constituirá uma marca indelével desta administração dando assim os passos iniciais para tornar São Paulo uma cidade expoente em qualidade de vida: 2- A notícia abaixo sinaliza que moradores não apreciam viver em adensamentos urbanos Jornal O Estado de São Paulo de 20/07/2011- pg A-14 “2,5 milhões de moradores precisariam deixar Moscou de acordo com um plano proposto na Assembléia da capital russa. A idéia é melhorar as condições de vida na cidade reduzindo a população” -x-x-

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

AJUDANDO NOSSO PREFEITO A OTIMIZAR OS RECURSOS DO MUNICIPIO. PLANEJAMENTO E ENGENHARIA ECONOMICA. 1-Não serão alocadas verbas sem que as Secretarias formulem um plano de ação a ser posteriormente analisado por um grupo gestor multidisciplinar sob a tutela do Prefeito; 2- As verbas de custeio do dia a dia das Secretarias serão analisadas por um grupo especializado; 3- Aperfeiçoar os recursos humanos da Prefeitura em todos os setores do município com vista à sua otimização; 4-Todas as ações das Secretarias serão formuladas a partir de projetos específicos para cada área; 5- Haverá um grupo multidisciplinar colaborando com as diversas Secretarias para a otimização da gestão; 6- Cada Secretaria apresentará seguidamente os resultados das otimizações e os benefícios advindos à população; 7- Podemos colaborar na concretização das medidas acima para uma rápida e consistente resposta aos anseios dos munícipes e salvaguarda do município. 8- A partir do ideário acima, cada Secretaria ou setor terá elaborado diretrizes que nortearão a sua condução.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Racionalizaçáo nos quadros do "Serviço Público".

CONSTITUIÇÁO BRASILEIRA - "Cláusulas pétreas": - rol do artigo 60, parágrafo 4 do texto constitucional - CONSIDERAÇÓES: Cláusulas pétreas seriam valores básicos da Constituição. Podem ser desconsiderados como pétreas os valores $$$$$$$ monetários como benesses a determinada classe, que o executivo e uns ou outros legisladores aportam quando convém, porem são inexequíveis em épocas de débâcle econômico, pois dependem de liquidez, podendo inclusive levar toda a população e a nação ao caos. Cabe ao executivo, legisladores, centrais sindicais e outros, adequarem os rumos da nação e sua população aos novos tempos, para o bem estar geral. COMO COROLÁRIO, é o momento de racionalizar todo o aparato dos "serviços públicos" assim como os salários, os quadros de funcionários necessários e suas regalias, nas esferas municipais, estaduais, federais, legislativas e outras. EM CONSEQUENCIA, ha que se possibilitar facilidades fiscais, trabalhistas e outras, para o empreendorismo do restante da população que deve sobreviver a partir de seu trabalho e talento e que não estão engajados no processo de servir o país (funcionários públicos). PROJETOS DEVEM SER DESENVOLVIDOS mostrando oportunidades de trabalho àqueles inseridos na atual fase de enxugamento de custos, inclusive devido à automação no campo, na indústria e no processo de importação e exportação onde poucos são necessários.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A CIDADE QUE NÓS QUEREMOS

POLÍTICA DE ADENSAMENTO URBANO Cidade de São Paulo SÃO PAULO À BEIRA DO ABISMO URBANO E MANIETADA Nesta era digital e de globalização onde a velocidade das mudanças e possibilidades são incrivelmente rápidas, que tipo de cidade queremos nós, moradores? Qual o nosso sonho? Que diretrizes adotar? QUAL A VOCAÇÃO DESTA CIDADE? Apresentamos a seguir algumas propostas e comentários havidos, após 11 Painéis, mensalmente realizados entre Novembro e Setembro, na sede do Instituto de Engenharia e através da internet: 1- São Paulo pode ser definida como: “O maior Centro Econômico e de Negócios da América Latina e seu maior e melhor Pólo Cultural e Gastronômico”. 2- Preservar o centro expandido para São Paulo desenvolver sua vocação como definida acima; 3-Criar um novo modelo de desenvolvimento dentro da mancha urbana: mantendo as áreas verdes, retomando-se os princípios da boa arquitetura e urbanismo; - Haverá mais respeito pelos moradores, pela vizinhança, pela cidade e pelo meio ambiente. 4-Conter o desenvolvimento espontâneo: coibindo nas áreas de risco e mantendo intocáveis as áreas externas à mancha urbana, impedindo assim o comprometimento das nascentes, do abastecimento de água do município e o incremento das inundações; 5-Apresentar um estudo urbanístico integrado com premissas de um adensamento sustentável envolvendo a região do Centro Expandido, principalmente a área de competência do Viva o Centro – pça Roosevelt, unindo o teatro Cultura Artística, Teatro Municipal, Museu da Cracolândia, Sala São Paulo, Pinacoteca, Pça da Luz - e região da D.Pedro, sinalizando as eventuais implantações de hotéis, estacionamentos, museus, centro de exposições, centros comerciais, lazer, etc. 6- Evitar um adensamento populacional, beneficiando poucos e atrapalhando todos. Em vez de moradores teremos uma turba. Pensar a cidade na região Metropolitana, priorizando a “ Cidade em Movimento” . 7- Convidar investidores e mecenas a participarem deste adensamento sustentável. 8-Prever para os bairros externos ao centro expandido, centros de convivência a serem interligados por transporte público, evitando-se utilizar o centro expandido como área de travessia, como ocorre hoje com os caminhões ( av. do Estado região do Mercado), ônibus ( pq.D.Pedro), etc. 9- Consolidar a infra-estrutura na cidade, impedindo a expansão após a mancha urbana existente, preservando sua condição natural, evitando assim a deterioração da condição de vida desta cidade. 10- Pressionar as autoridades municipais para que seus esforços e verbas sejam direcionados e alocados para: a)- um controle efetivo das inundações, manutenção dos equipamentos públicos existentes – parques, vias, escolas, creches, etc.-,disponibilizar um eficiente e competente corpo de professores no ensino fundamental – b)- otimizar os normais serviços municipais - saúde, educação, transportes, etc. c)- colaborar com segmentos representativos e especializados da Sociedade em um macro projeto urbanístico para tornar São Paulo uma cidade expoente em qualidade de vida, deixando de insistentemente priorizar um adensamento populacional em todos os bairros, contra os interesses dos moradores; d) evitar desapropriações para inserir moradores, evitar que se disponibilizem os imóveis municipais para fins imobiliários e impedir que intervenções urbanísticas sejam realizadas antes da aprovação de um projeto integrado para o centro expandido; 11- A Cidade está manietada, com o desvio de foco dos gestores municipais. 12-Evitar o Abismo Urbano, envolve a harmonia entre os três atores de uma Urbis: os gestores – AUTORIDADES – POLÍTICOS – PREFEITO E VEREADORES – que procurem facilitar os anseios dos MORADORES, que querem uma CIDADE para conviver com dignidade, respeito e conforto. -x-x-x-x-x-

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Retomada do Desenvolvimento - Inovação na sua condução. A- Uma inovação na condução dos investimentos em infraestrutura deve ser pautada pela necessidade de um desenvolvimento do país como um todo, e ser conduzida a partir de um programa consistente elaborado por especialistas da iniciativa privada que com toda a transparência apresentarão à população as vantagens e os recursos que poderão em consequência estar disponíveis para o seu bem estar. B- Haverá uma equipe de gerenciadores para o planejamento, para projetos e para obras. C- Um amplo programa de esclarecimento deve ser engendrado para que novas práticas sejam adotadas visando o progresso, evitando a burocracia e os entraves políticos que levam à estagnação. D- As centrais sindicais e os políticos serão sufragados quando indicarem que destruindo a galinha de ovos de ouro (empreendimentos sem trocas políticas) é prejudicial a todos, e que uma nova fase esta sendo implantada, visando o bem do país. Aguardamos que seus líderes indiquem nova legislação e postura adequada a estes novos tempos em que todos devem trabalhar, para o bem da nação. E- A tremenda falta de recursos disponíveis é consequência de uma prática, que foi desenvolvida para a distribuição de mimos para se obterem eleitores cativos que são a base de um sistema de poder que leva a falência do país em todo os seus aspectos. F- Os mimos de alguns levaram o país à miséria. Substituir os mimos por oportunidades de sustento!!! G- As obras inacabadas, antes de procurar prosseguir, terão seus projetos revistos para avaliação técnica: da necessidade, qualidade do projeto, especificações, adequação e custos. Aí sim, haverá nova licitação com projeto completo detalhado obtendo-se então preço e prazo definidos, sem surpresas extras. H- Caso possam ser aproveitadas, as obras inacabadas devem ser periciadas, com a conformidade do novo projeto, promovendo uma licitação neste sentido. As obras não aceitam improvisações. I- O essencial para a Retomada do Desenvolvimento é disponibilizar verbas para projetos. Não confundir obras com projetos. J- Disponibilizar 30 bi para projetos de infraestrutura é uma irrealidade. Poderia se dispor 3 bi de imediato para projetos. Assim que os projetos ficarem prontos (revisados e aprovados em todas as instancias inclusive meio ambiente) e licitadas as obras para grupos empreendedores que se apresentarem, 27 bi poderiam estar disponíveis para obras. K- Será muito útil fazer análise de cada obra inacabada para se ter conhecimento de quais os motivos que levaram a este estado, e promover as correções necessárias para definir um novo modelo de contrato e gestão. L- A Retomada do Desenvolvimento deve ser estruturada em bases sólidas, compreendendo: L1- Liderança da Sociedade Civil, com especialistas nas mais diversas áreas, instalados em uma central de desenvolvimento do país, que formularão as diretrizes necessárias à Retomada do Desenvolvimento. L2- Em termos de obras de infraestrutura, após apresentação de projeto básico, serão definidos: 1- as eventuais áreas a serem desapropriadas, procedendo-se as démarches necessárias; 2- as licenças ambientais onde necessárias; 3- o desenvolvimento dos projetos e sua conclusão, para ser passível de uma licitação; 4- o esquema econômico de sua execução; 5- a intervenção de uma Seguradora e o modelo privado do gerenciamento, do controle fisico-financeiro e da liberação dos pagamentos nas diversas fases da obra. M- Teremos então, Desenvolvimento com consistência. O transito fluirá melhor.